sei que uma noite,qualquer,virás
e minha boca,desnuda de palavras,
em silencio profano,
ha de confessar-te esse meu desejo
sagrado e(in)contido
de fazer do seu corpo taça
Da minha libido...
E meu olhar incandescente,eternecido,
há de te brindar com o brilho do luar...

Sei que uma noite virás,espero-te...
e hei de adormecer meu amor latente
no seu corpo suado e ainda quente!...
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