6.11.08

Espero-te...


sei que uma noite,qualquer,virás

e minha boca,desnuda de palavras,

em silencio profano,

ha de confessar-te esse meu desejo

sagrado e(in)contido

de fazer do seu corpo taça

Da minha libido...

E meu olhar incandescente,eternecido,

há de te brindar com o brilho do luar...





Sei que uma noite virás,espero-te...

e hei de adormecer meu amor latente

no seu corpo suado e ainda quente!...

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