seu olhar a embalar o sono,
e insone eu conto estrelas
(nessa madrugada fria)
enquanto meu corpo
em prece,
sussurra seu nome...
Quem sabe tu ouves?
Quem sabe tu vens...
e me faz tua à luz do luar?!...
até que o sol nasça
e em seus braços eu renasça
carregando sorrisos no olhar...

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