Bendito és tu entre os homens rasos e trôpegos,
entre os homens vazios e tristes,
e bendito é o fruto dos teus olhos,
a beleza que em mim não conhecia eco
e que agora grita.
Bendito teu nome mil vezes em minha língua,
em meu ventre,
entre minhas pernas...
escrito em minha cara,
bendito tu,
meus arreios,
vento que me lança contra o rochedo,
asas que me elevam além dos cirros.
Bendito,eternamente bendito sejas,
toda vez que amaldiçôo
o dia da minha entrega,
da minha consagração,
porque bendita sou eu
entre tuas mãos.
(Ticcia)

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entre os homens vazios e tristes,
e bendito é o fruto dos teus olhos,
a beleza que em mim não conhecia eco
e que agora grita.
Bendito teu nome mil vezes em minha língua,
em meu ventre,
entre minhas pernas...
escrito em minha cara,
bendito tu,
meus arreios,
vento que me lança contra o rochedo,
asas que me elevam além dos cirros.
Bendito,eternamente bendito sejas,
toda vez que amaldiçôo
o dia da minha entrega,
da minha consagração,
porque bendita sou eu
entre tuas mãos.
(Ticcia)

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